depois de quase um mês inteiro sem fazer quase nada, eu tive coragem de escrever novamente. hoje é meu aniversário. 24 anos. também foi o dia em que tive que consultar com o meu psiquiatra (apenas uma hora antes de ter recebido uma parabéns, com dois bolos, pastéis e refri). tenho estado triste desde semana passada, quando recebi meu diagnóstico depois de três meses de espera. nada tem sido o mesmo desde então, e eu só tenho ficado calada. não tenho falado muito e só... durmo demais, fico acordada até o amanhecer e fico devaneando e sentindo um desespero imenso por dentro por não querer tomar atitudes que estão me esperando para daqui mais ou menos um mês.
eu tenho TDAH tipo combinado, transtorno de depressão grave, ansiedade e melancolia, ideação suicida + traços autísticos subclínicos. quando recebi o resultado semana passada, e fiquei na sala junto com a minha mãe eu nem sequer falei muito. na verdade, eu só fiquei lá ouvindo enquanto a psicóloga explicava o que cada coisa significava e às vezes minha mãe respondia. foi um dia difícil aquele, e desde então, eu parei de falar, de participar e simplesmente me isolar. para alguém que só andava nervosa, tendo crises, brigando e discutindo, eu simplesmente... apaguei para o mundo e parece que nada faz sentido — e era assim antes, mas agora virou concreto!remember, 24?
tudo o que eu gostaria era de te ver sorrir, na chuva púrpura.
durante esses cinco primeiros dias de janeiro eu não soube muito bem o que pensar, como agir ou o que esperar. me ausentei um pouco do computador e nem sequer peguei o meu novo diário para escrever algo — mas fiz isso hoje. o que me deu coragem de escrever algo em um dos meus blogs. e escolhi esse porque simplesmente é a parte mais whimsical de mim, e eu tenho sentido essa parte um pouco nesses dias, se desvanecendo. por causa das minhas crises de ansiedade, tudo criativo parece entrar em estado de congelamento ou simplesmente morre.
pois muito bem, eu dormi, tomei muito clonazepam, fiquei pensando parada de como já é outro ano novamente e eu não tenho controle nenhum do passar do tempo. como tudo mudou dentro de mim, mas ao mesmo tempo não, sabe? isso que é assustador. é realmente uma mudança se você está no mesmo lugar de sempre, às vezes, tendo que enfrentar as mesmas coisas de sempre ao acordar? acho que é por isso que eu postergo TANTO o meu sono, mesmo quando eu já não consigo. mas é a única forma de se livrar de gatilhos que só piorariam ainda mais as crises (passei novembro, e principalmente dezembro, tendo MUITAS crises, e como não estou podendo retornar ao psiquiatra, tive que recorrer para pedir clonazepam para minha tia, para ver se ao menos eu caio no sono mais rápido e esse mundo se torne um borrão em que eu não tenha que me preocupar por algumas horas).
esses primeiros dias de janeiro eu tentei assimilar o que foi aquele final de Stranger Things 5, Purple Rain do Prince por todos os lados (detalhe que Purple Rain já me destrói desde uma conferência de Supernatural, que se não me engano foi ano de 2015 ou 2016). eu tenho várias críticas sobre o que foi essa última temporada, que eu já dei aqui, acho que no segundo post que fiz nesse blog. eu queria de fato entrar em cada detalhes de como... eu achei uma verdadeira bomba, mas como a nostalgia é um droga muito forte e poderosa eu continuei vendo em cada estreia (volume 1 em final de novembro, volume 2 no natal e o volume 3 ep final no ano novo), como eu já estava decepcionada com o volume 1, e depois de um natal muito ruim aqui em casa, eu posterguei MESMO assistir o volume 2, só vim assistir quando já estava perto do ano novo. e quando veio o ano novo, eu também posterguei por algumas horas até finalmente vir a coragem de assistir. e, como eu já imaginava, veio a decepção. para mim isso foi como reviver Game Of Thrones final season em 2019. mas, eu gostei do tom agridoce e o final ambíguo que teve. para mim, a Eleven está livre de tudo e todos e de todas as expectativas que colocavam em cima dela. para mim, ela teve um final bem Lucy Gray. ninguém sabe realmente o que houve com ela, seu paradeiro, se tá morta ou foragida — em ambos os casos, ao meu ver, ela está livre. "amas e o sofrimento daqueles que ela amava", eles continuariam sofrendo ainda mais sabendo que o exército americano estariam na cola dela pelo resto da vida dela. me fez fazer um paralelo com a Ellie de The Last Of Us, que via a possibilidade de seu sacríficio como forma de escapismo, como forma de "curar" um mundo que... não seria curado (nós que somos espectadores, sabemos disso). acho só uma pena que sempre seja personagens femininas que pagam um preço mais alto. sério, eu ainda não consegui engolir aquele body horror (porque para mim foi um body horror) aquelas mulheres grávidas sendo cobaias do governo que recebiam do sangue da Kali/008 para geraram novos "Vecnas". de todas as coisas que o público ficou perturbado, eu não acho que ficaram perturbados o suficiente com isso. mas claro, poderia ficar aqui e fazer um artigo inteiro sobre a normalização da violência do corpo feminino (principalmente em questões reprodutivas), mas acho que já deu para entender. não atoa, não suportei o hate que deram na Kali, depois dela perder tudo, era óbvio que para ela a única saída seria própria morte. para que ela finalmente fosse livre, mas também ninguém mais tivesse que ser cobaia. acho que já falei muito sobre isso. porque para mim foi a parte principal do que eu realmente notei. eu também desculpo Purple Rain ter sido tocado para um casal hétero, porque sinceramente, nunca vi um casal hétero sofrer tanto para ficar junto e ser tratado como se fosse casal queer que nem mileven. depois disso eu fui assistir Doctor Who. e não ironicamente o episódio foi " The Eleventh Hour", a primeira aparição do 11º doutor, na quinta temporada. coincidência? claro que não foi. eu tava lamentando a Eleven, claro que ter ido assistir o ep onde aparece o "Eleventh Doctor" foi totalmente proposital.contagem regressiva
o ano está acabando, isso não é novidade. eu já fiz a minha lista de metas, mesmo que eu nem sequer goste de fazer isso, mas fiz por fazer. agora só o que resta mesmo é esperar os dias passarem para chegarem naquele ritual de todo fim de ano quando o planeta dá uma volta completa: o ano novo.
embora, logicamente, os dias vão continuar independente do ano ser novo ou não. e era isso que eu estava pensando hoje. isso é mais algo tradicional, mas quando você para pra pensar que é só isso, uma tradição, você ainda vai acordar no outro dia da mesma forma que acordou ontem e assim sucessivamente. você vai entrar de férias, sair de férias, voltar a trabalhar e por diante repetir as mesmas coisas.
não gosto dessa época, assim como não me dou bem com o Natal (e para zero surpresas para mim o Natal não foi nada legal. mas consegui sobreviver e passar mais um dia. acredito que também vou sobreviver a essa virada de ano, assim como sobrevivi há vários outros — a vida continua.
é apenas um reflexão que estava fazendo comigo mesmo, sabe? a ideia de "começar tudo de novo" me parece tão cansativa, que me dá um desânimo tão grande. comentei isso em algum vídeo do tiktok que falava sobre isso. o pessal com o "gás" pra o anor que vai surgir, já pensando em o que vai fazer, como fazer etc. e eu aqui, pensando se vou conseguir sobreviver por mais um dia sem mais crises etc. enfim, quero deixar aqui algumas últimas lembranças desse mês e desse anos:
e com essas fotos, eu pude recordar melhor o que aconteceu nesses últimos dias. foi um borrão total pra mim depois do natal, só dormi, dormi e dormi. e quase também não falei ou parei para conversar.
para melhorar a situação, depois de todo o almoço e cada ter ido para um canto, como também um "especial de natal", coloquei para assistir o episódio "fishes" da série The Bear — quem já assistiu sabe o quão caótico esse episódio é. a cena da discussão da mesa me de fez sentir que não era a única me sentindo uma verdadeira merda. pequenos prazeres, huh?
(merry christmas) i gave you my heart
depois de algumas crises que tive no final de semana, eu me obriguei a sair de casa e aproveitar as festas comemorativas de natal que estão tendo na cidade. tirei bastante fotos e comprei algumas coisas — saiu bem salgado no meu bolso essas andanças. fiquei meio decepcionada porque não queria ter pesado tanto a mão, mas acabou acontecendo.
meu irmão tirou algumas fotos minhas e eu dele. sempre alternando entre a câmera cybershot e a câmera do celular. essa foi tirada pela câmera do meu celular samsung A22. não é a melhor qualidade de todas, mas têm suas vantagens se souber como manusear. afinal, não sou uma profissional.estou querendo passar essas fotos para algum dos meus blogs, porque não há mais espaço no meu celular, e mesmo assim ainda fico enchendo ele como se não houvesse amanhã com fotos, fotos e mais fotos (e vários vídeos que baixo do tiktok).
bem, como minha cidade tá fazendo todas essas coisas legais, eu tô aproveitando para levar meu irmão para essas tais coisas legais, e sair de casa um pouco. tenho que bater palmas para as confeitarias que estão lá presentes, porque são bolos e demais doces mais gostosos que o outro. na primeira vez que eu fui eu comi uma torta de limão tão boa, MAS TÃO BOA, que repeti e fiquei na esperança de encontrar nessa segunda vez. infelizmente a confeitaria não estava lá. mas comprei outras coisas. um pacote de canetas de pintura (aquelas que usam para bobbie goods, sabe? mas eu queria para outra coisa) com 24pcs. estava no precinho então aproveitei. comprei doces para levar para casa e uma torta salgada e um cachorro quente completo para eu e meu irmão comermos enquanto ainda estávamos lá.
um mundo invertido, um palhaço, um doutor em uma caixa e a primeira semana de dezembro
essa primeira semana de dezembro foi realmente uma prova de fogo. tive grandes crises por causa do meu TOC. mas eu consegui guardar algumas lições aqui e ali. pelo menos, eu acho que consegui.
há spoilers de stranger things mais adiante, caso não tenha visto a série!
Stranger Thigs 5, primeira parte, saiu na quarta retrasada, bem no dia em que eu tinha uma consulta no psicológo do SUS e tinha que enviar duas cartas do clube "o Envelope" que faço parte. foi um dia em que tinha criado muitas expectativas desde o início de novembro, e quando finalmente aconteceu, foi um pouco decepcionante. primeiramente, que eu esperei duas horas no posto, eu não estou nem mesmo brincando. quando finalmente foi minha vez, a psicológa perguntou como eu estava etc, falei algumas coisas preocupantes que eu estava lidando mas fui cortada porque ela precisava ir em algum lugar. quando ela retornou, pediu para remarcar (para daqui um mês, ou seja, ano que vem, um dia antes do meu aniversário, inclusive) e eu fiquei um pouco sem chão. e depois, ainda tive que esperar mais uma hora no Correios. enfim, chegando em casa depois de tanta humilhação em um dia só, dormi o dia inteiro. porque sou uma jovem de 23 anos, desempregada, com depressão e sem expectativas na vida e apenas esperando uma resposta da minha avaliação neuropsicológica. acordei bem perto de estreiar a primeira parte, e fiquei mexendo no neocities enquanto asssistia.
e agora vamos para a grande questão: inicialmente eu fiquei tão, mas tão, decepcionada que eu olhava para a tela do computador ao mesmo tempo em que olhava incrédula para a tela do celular (por onde eu estava assistindo) e nem sequer tinha palavras. porque assim, eu estava feliz por finalmente, depois de três anos, ver aqueles rostinhos? sim, eu estava. até eu ver a atuação e algumas decisões muito ruins de roteiro. nossa, toda aquelas conversas, os personagens repetiam as mesma coisa várias vezes, a atuação estava... barata? o termo que uso aqui é do inglês cheap. bem comum em várias séries originais da netflix. tipo, eu estava assistindo aquilo ali sabendo que era atuação, tipo, não quando você assistir a algo e esquece que os personagens estão atuando de tão imersivo que você fica na história — será que é entendível o que acabei de dizer? bem, foi essa sensação. tanto que eu só aguentei os três primeiros episódios e não assisti ao quarto, que é o último da primeira parte. juro, eu não sou de reclamar (pelo menos, eu acho que não sou) de qualquer tipo de filme ou série (eu gosto dos filmes do Adam Sandler, pelo amor de Deus), mas o que me deixa irritada, é quando uma série foi vendida de tal forma desde a primeira temporada, com um roteiro de peso, atuações mais puxadas para o drama e suspensa, e então poder notar esse downgrade. fui pesquisar mais sobre, ouvir outras opiniões, e basicamente foi o que eu descobri sozinha assistindo: a netflix, propositalmente, pediu (exigiu) que o diálogo dos personagens fossem "menos difíceis". eu já sabia que a media literacy estava morta, mas agora enterraram de vez. sem cair no saudosismo, mas eu realmente estou preocupada como não somente a interpretação e capacidade cognitiva para compreender qualquer coisa complexa é praticamente inexistente hoje, como a alfabetização midiática é desconhecida. eu nem irei começar com o tanto de má interpretação que vi de pessoas tendo dos personagens. é bem triste. devo até comentar de como o fandom de ST é extremamente tóxico. não sei o que ocorreu nesses anos, mas costumava, há pelo menos uns seis anos, ser um ambiente bem tolerante. me espanta que uma história que tem DOIS personagens LGBTQIA+, seja tão homofóbico.
pois, me dei uma pausa de tudo, e esqueci de voltar para ver o quarto episódio já faz uma semana. domingo passado, tive uma insônia sinistra em que eu dobrei o outro dia acordada, e permaneci acordada até a madrugada do dia seguinte. ou seja, foram mais de vinte e quatro horas acordada. nesse tempo, ousei assistir "It!Welcome to Derry", e me surpreendeu porque eu gostei. assisti ao primeiro episódio, hoje lançou o penúltimo se não me engano.
"It!Welcome to Derry" eu gostei mais do que a primeira parte da quinta temporada de ST. as atuações dos personagens mais jovens e do elenco mais velho foi o que me ganhou imediatamente. eu amo atuação aprofundada, em que você esquece que está assistindo uma série/filme. e eu não senti isso com ST5 por conta da atuação, não tava me descendo. e não somente isso, obviamente que uma série como ST vai ter inúmeras referências; acontece que tinha tanta MAS TANTA referência de outras obras, que eu sei muito bem que os irmãos Duffer são fãs, que eu toda hora soltava "oxe, mas tá idêntico a tal filme/série". veja bem, uma referência e inspiração, das quais são necessáris para o cunho de história como de stranger things é uma coisa, outra bem diferente é, em apenas uma cena, você receber trezentas referências de uma só vez. posso até listar: alice, harry potter, uma dobra no tempo, as crônicas de gelo e fogo, de volta para o futuro. em menos de duas cenas diferentes. foi muito cansativo. eu também quero ver o desenvolvimento da história do que só apenas referências de outras obras. e nem começo de como estou decepecionada com as decisões de roteiros com vários personagens: esse triângulo amoroso, que já tinha dado fim na segunda temporada, de steve/nancy/jonathan, desnecessário; a joyce com esse favoritismo com o will enquanto o pobre do jonathan não só é esquecido pelo próprio roteiro como pela própria mãe, nancy sem saber o que quer da vida dela, hopper e el no mundo invertido... olha! não ironicamente, a única coisa que gostei mesmo foi steve e dustin estarem com uma relação mais complexada agora, porque faz todo sentido para o roteiro, considerando os eventos da quarta temporada que aconteceu com o dustin; e por fim, claro, érica. amo ela.
revisitei doctor who depois de algum tempo, e estava morrendo de saudades porque não vivo sem essa série, mas eu tinha dado um tempo de vê-la. praticamente é minha infância, assistia na tv cultura, quando passava, sempre às 20h. se qualquer coisa para mim tá ruim, doctor who estará lá para me acompanhar e me confortar dos males desse mundo (afinal é para isso que o doctor está aqui). sinto tanta falta de assistir algo que remeta a mesma vibe do que eu senti quando assisti essa série pela primeira vez. meu doctor favorito é o 10º, mas tenho uma quedinha pelo 11º e um carinho enorme pelo 12º. não importa o quê, o fim da minha infância sempre terá no coração guardado um doutor em uma caixa azul, cuja parte interior é maior que a exterior (allons-y!)
um pequeno experimento e uma pequena mini aventura
eu estou testando algumas águas desconhecidas: esse é meu blog experimental (por isso o nome, ba dum tss). eu já tenho um outro blog, mas queria fazer um experimento com umas coisas que ando fazendo nesse mundo da blogosfera e da old web.
esse blog é extremamente pessoal; veja como um diário digital, tipo um scrapbook. um mini twitter, um lugar de despejar pensamentos e emoções. todo tipo de opinião - das mais bestas a mais sérias. afinal, a internet sempre foi pra ser isso, não é? um lugar legal.
a partir desse post eu assinarei como "aurora", meu nome digital na internet. como estou querendo me distanciar das redes sociais, mas não da internet em si, eu fiz esse "experimento"é justamente para um "controle de nervos" visto que ficar "scrollando" pela internet 24/7 fez coisas horríveis para meu sistema nervoso. e como eu sou dada a dar pitacos, piorou ainda mais. consegui me controlar melhor nos últimos tempos (no caso, um mês) e eu realmente não quero mais expor a minha vida para pessoas que me seguem no instagram, por exemplo. a maioria eu nem sequer possuo mais um vínculo afetivo, ainda mais por problemas psicológicos que passei e ainda estou lidando por conta de traumas (bem pesados) e decepções com pessoas. eu ainda não tomei a coragem de simplesmente deixar tudo ir, mesmo que eu devesse. por enquanto eu fujo de lidar com isso, já consegui livrar a maioria da minha lista de "quem sigo", mas ainda permanecer os que foram muito importantes. algo em mim diz que um dia eu finalmente vou conseguir apertar o botão do unfollow, mas como diria Aragorn "esse dia não é hoje!'.
eu gosto muito de falar de coisas, comentar sobre coisas, expressar opiniões. porém, tem dois grandes problemas: sou introvertida e toda vez que tentei me expressar e me abrir eu paguei literal vergonha por causa disso e por conta de traumas eu não consigo ficar mais à vontade de poder simplesmente ser verdadeiro. e isso é um saco!!! eu também tenho descoberto coisas legais na internet que tem feito eu sentir aquela onda de dopamina que sentia quando era criança e acessava todo o mundo novo que era a internet, sempre algo interessante para descobrir. pelo menos já é uma mudança significativa do que eu estava sentindo sempre rolando o feed do ttk, insta e tt. o twitter eu já me livrei, o insta quero desmamar e me livrar de vez daqui a pouco, por enquanto eu mantenho o ttk por causa dos edits incríveis que vejo por lá, e também porque é onde eu nem sequer converso com ninguém. o chato é quando o algoritmo decide sair da curva e ficar mostrando vários vídeos e notícias pesadas, acaba com a minha paz e saúde mental.
sabe o que é a sensação de ter muito o que dizer e expressar que não cabe em apenas um lugar, em apenas um canto? é assim que me sinto grande parte do tempo. eu tenho TRÊS cadernos (um diário, um planner, um commonplace book) outro blog, esse agora, um neocities em andamento... e ainda assim sempre estou à procura de lugares novos para apenas... ser. o grande desejo de querer pertencer a algo. nunca vai realmente embora.
mas isso vai ser divertido. é o que importa.













































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